Tendências para assistência em saúde e bem estar

O mercado da Saúde e Bem Estar está em crescimento, com a procura de serviços a aumentar todos os anos e os consumidores a exigir uma oferta cada vez mais personalizada, imediata e eficaz.
 
2020 é o início de uma década cheia de desafios para as empresas que procuram satisfazer as expectativas dos consumidores, fornecendo serviços de valor acrescentado, recorrendo às novas tecnologias, alargando o seu raio de acção geográfico. Com a omnipresença de dispositivos móveis, estar disponível para os consumidores é insuficiente: é preciso estar com eles.
 
A indústria de assistência médica está a assistir a uma revolução no desenvolvimento de estratégias, prestação de serviços, eficácia operacional e metodologias, obrigando a que as empresas evoluam rapidamente para descobrir e captar novos segmentos de mercado - um mercado que investe cada vez em produtos de bem estar e com uma crescente esperança de vida - ao mesmo tempo que optimizam os seus recursos e competências para que possam prosperar num ambiente altamente competitivo e fragmentado.
 
Mas como dar resposta a estes desafios? Acima de tudo, é preciso identificá-los. A RNA, está atenta a todas as mudanças e tendências que o mercado manifesta, observando novos hábitos globais como o aumento da despesa dos consumidores com a saúde e o desenvolvimento de tecnologias, tratamento e armazenamento de dados e a crescente em todas as áreas de actividade, ao mesmo tempo que dá prioridade ao que sabe fazer melhor: atender às necessidades reais de quem recorre a nós. Sempre com o objectivo de potenciar com qualidade os serviços dos nossos parceiros.
 
Estas são algumas das tendências com que nos iremos deparar em 2020, e que se tornarão a norma ao longo da próxima década.
 
Mudanças no mercado:
 

  • Não há mercados locais: com a crescente mobilidade de pessoas permanentemente conectados digitalmente, a delimitação de um mercado pela sua localização geográfica é inútil. O posicionamento das empresas juntos dos consumidores terá que ser um pouco como o indicado pelo nosso lema: “Onde estiver, estamos lá.”;
 
  • Novos concorrentes = novos modelos de negócio: o panorama da indústria é cada vez mais fragmentado e dirigido não para o consumo em massa mas para nichos de mercado com necessidades específicas. A oferta terá que ser diversificada e personalizável;
  • O cliente exige: as expectativas dos consumidores são altas e, com o aumento da oferta, os prestadores de serviços terão que ter em conta não só a satisfação das suas necessidades mas providenciar uma experiência pessoal de qualidade. Se o conseguirem, ganham mais do que um cliente mas também um promotor da vossa marca;
  • Aumento do investimento na saúde pessoal: a indústria de cuidados de saúde está a assistir a um crescimento na procura devido a um maior poder de compra por parte dos consumidores mas também a um maior interesse no investimento em soluções que lhes sejam financeiramente vantajosas a longo prazo. A capacidade de resposta dos serviços públicos é, por vezes, insuficiente para satisfazer as necessidades do consumidor, levando-o a ponderar outras ofertas mais céleres e individualizadas. A Saúde tornou-se num bem prioritário;
 
  • Estruturas e mercados horizontais: a integração de serviços é feita numa lógica de parcerias entre empresas em vez da aglomeração de diversas operações numa só entidade comercial, permitindo uma maior especialização e optimização de recursos.
 
Novas Ofertas:
 
  • Novos consumidores, novos produtos: com o surgimento de novos perfis de consumidor será necessário alargar a oferta de serviços e a possibilidade de integração de opções diferentes para a criação de soluções à medida de cada cliente. A mais valia está na diferenciação e personalização da oferta, fornecendo uma experiência holística ao disponibilizar mais opções em vez de oferecer pacotes pré-formatados;
 
  • Serviços digitais: a comunicação digital é fundamental, e a criação de mecanismos de atendimento online terá que estar nas prioridades dos prestadores de serviços e parceiros, para uma maior facilidade, eficácia e rapidez nas operações. Hoje em dia, a prescrição médica digital e as marcações online são práticas, por exemplo;
 
  • Novas formas de atendimento: os prestadores de assistência terão que estar preparados para uma comunicação multicanal, seja no atendimento inicial ou recorrendo à telemedicina, através de consultas via meios digitais, para uma assistência não presencial e imediata, com a garantia de qualidade, confiança e conforto dos consumidores. A RNA assume como uma das suas mais valias a sua equipa de atendimento altamente especializada e preparada para enfrentar este novo paradigma.
 
Novas tecnologias:
 
  • Um mundo de dados: as tecnologias digitais não servem só para comunicar mas também para recolher, organizar, arquivar e analisar. Isto é possível graças a dispositivos e plataformas de monitorização de bio sinais - as pulseiras de monitorização de exercício ou aplicações de análise de padrões de sono, por exemplo -  facilitando a criação de informação individualizada associada a cada consumidor, para utilização posterior. Toda essa informação é útil para o desenvolvimento de estratégias comerciais, para uma maior personalização de serviços, para o estabelecimento de uma relação mais próxima entre empresas e clientes;
  • Os algoritmos prevêem o futuro: os desenvolvimentos na Inteligência Artificial permitem a previsão de surtos epidémicos ou tendências de consumo através da análise de comportamentos e manifestações dos consumidores em redes sociais, permitindo a criação de respostas em tempo real e o desenvolvimento de estratégias comerciais;
  • A privacidade é rainha: é claro que as empresas ao acederem a toda esta informação serão fiéis depositárias dos dados dos seus clientes, com quem terão de desenvolver uma relação de confiança profunda. A proteção de dados digitais associados à saúde ainda é uma área com legislação em desenvolvimento, mas, a que se terá de ter atenção nos próximos anos.
 
 
O consumidor é o centro
 
Finalmente, o mais importante é o consumidor e as suas necessidades. Os consumidores modernos são actores participantes e não alvos passivos, com uma voz própria e objectivos específicos, que podem escolher o serviço que mais lhes convém a partir de uma oferta cada vez mais alargada e fragmentada. Se lhes proporcionarmos uma boa experiência, a voz deles será também a nossa. Não são mais uma massa amorfa mas indivíduos bem definidos com características únicas que devem ser tidas em conta quer na abordagem quer nas propostas comerciais, desenhadas à sua medida.
 
Estas são apenas algumas das tendências que já podemos observar no fluxo da indústria de seguros e assistência de saúde e bem estar. A RNA está atenta a todos estes desenvolvimentos para fornecer aos seus parceiros as respostas certas sem perder de vista o nosso objectivo principal: um serviço eficaz e de qualidade, criado à medida das vossas necessidades.
 
E, seja para onde for, a RNA estará lá. Estejam connosco.

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